Concordo que o retorno não deveria ser apenas de bons espetáculos, inclusive porque boa parte deles é ídolo da garotada e de parcelas da sociedade brasileira, mas apenas acho que agora não é o momento de eles, que estão às vésperas de uma Copa, ficarem discutindo mazelas da organização. O momento deles é outro. E se perderem poderão ser crucificados. Até injustamente, como aconteceu com a geração de 1950 para ficarmos em apenas um exemplo.
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